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1a Oficina do GT Glossário da Cultura (MinC/UFG), que faz parte da reestruturação do SNIIC

 

Em post anterior contamos como o SNIIC (Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais) está sendo reestruturado. O MinC, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), criou o GT Glossário da Cultura, para a criação de uma Ontologia da Gestão Cultural que tornará os Mapas Culturais do SNIIC interpretáveis entre si, possibilitando a organização de informações e a geração de indicadores culturais.

Nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2016 aconteceu no edifício Parque Cidade Corporate, em Brasília, a 1a. Oficina do GT Glossário da Culturaobjetivo de criar uma primeira versão da Ontologia base para o fucionamento integrado de todos os Mapas Culturais no âmbito do SNIIC.

 

Importância da Ontologia

Para Leonardo Germani, coordenador-geral de Monitoramento de Informações Culturais, da Secretaria de Políticas Culturais (SPC) do MinC, a iniciativa contribuirá para a padronização das informações, o que facilita o cruzamento de informações e a criação de indicadores confiáveis:

Um dos aspectos desse material é classificar equipamentos culturais. O que é um cinema? Qual a diferença entre uma biblioteca pública e uma universitária? Apesar de o termo genérico deste trabalho se referir a glossário, estamos pensando em uma ontologia, ou seja, um conjunto estruturado de termos e conceitos.

Fonte: SNIIC

No link acima estão disponíveis outros depoimentos que corroboram a importância da iniciativa.

 

Objetivos da 1a Oficina

O objetivo dessa 1a Oficina  é  a definição do escopo e domínio da Ontologia.

Ou seja: qual o foco temático e processual que a ontologia deve atender (sabendo que esse trabalho de definição delimita as informações e conhecimentos sistematizados que a ontologia deve cobrir)?

As discussões levaram à definições dos objetivos da ontologia, das perguntas concretas a ontologia deve responder e qual deve ser o modelo de governança responsável pela gestão da própria ontologia.

 

Resultados da 1a Oficina

(atualizado em 31/03/2016)

Um bom resumo das decisões tomadas nessa 1a Oficina foi publicado na página do SNIIC, e reproduzimos os principais trechos abaixo:

Os pesquisadores da UFG que conduzem o processo da construção da Ontologia partiram de estudos sobre metodologias colaborativas para desenvolvimento de ontologias. Dentre as referências mundiais os pesquisadores destacaram as investigações da Universidade de Stanford, com destaque para o Protégé, que possui grande quantidade de informação sobre ontologias, além de ser uma iniciativa de desenvolvimento de um software para construção de ontologias, com versão web para ações colaborativas.

Escopo: Ontologia para a política pública cultural

Quais são as informações que precisam estar organizadas dentro da gestão pública da cultura para que seja possível acompanhar, monitorar, mensurar, avaliar a política pública? Este é o escopo da ontologia.

Objetivos

Os objetivos da ontologia propostos pelos participantes visam a integração e interoperabilidade de sistemas de informação, facilitar acompanhar e monitorar o Sistema Nacional de Cultura em suas diferentes facetas, determinar a estrutura informacional daquilo que deve ser reconhecido como elementos de valor para organização do MinC e facilitar a integração entre diferentes instâncias federativas.

Perguntas

As perguntas trazem, em sua maioria, demandas operacionais que não apenas traduzem funcionalidades que a ontologia deve cumprir mas como deve se dar sua integração com sistemas de informação que vão implementá-la. As perguntas dialogam com os objetivos da ontologia. Essas perguntas devem ser utilizadas para avaliar a qualidade da ontologia ao final de seu processo de implementação.

Governança

o grupo de governança não evoluiu a ponto de afirmar um modelo de governança específico, sendo que a maior parte de seus apontamentos podem ser considerados princípios e elementos que devem constituir esse futuro modelo de governança. Entendemos que deve ocorrer um trabalho futuro em outro momento de mediação com o GT para adensamento desses princípios em um modelo concreto de governança. Deixamos aqui como recomendação que essa pauta retorne em um próximo encontro, porém recuperando e valorizando os princípios aqui relatados.

 

Com isso, foi possível concluir que a primeira atividade do GT Glossário da Cultura foi importante para a definição do escopo das atividades, bem como o desenho da estratégia de governança do GT Glossário da Cultura em dois sentidos.

Acesse o relatório completo da 1a Oficina do GT Glossário da cultura aqui.

 

Participantes:

Membros da Comissão SNIIC/servidores MinC e Entidades Vinculadas: Adriana Meireles, Alexandre de Mello Júnior, André Maia, Carolina Sena, Jorge Arruda, Kadiana Medeiros, Laura Moraes, Luiz Antonio Gouveia de Oliveira, Simone Jastenreiter, Thaís Werneck, Rodolfo Fonseca, Karla Inês Uzêda, Jessica Afonso, Lorena Vilarino

Representantes indicados pelo Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura;

Representantes indicados pelo Fórum dos Secretários e Dirigentes de Cultura das Capitais e Regiões Metropolitanas;

Representantes da sociedade civil indicados pelo CNPC:  Daniela Ribas Ghezzi e Diego da Silva.

Universidade Federal de Goiás (UFG): Dalton Martins.

Convidados:  Maira Ouriveis – CETIC.BR, Inaê Batistone – Instituto LIDAS, Ana Paula do Val – Consultora da SEFAC (MinC), Natalia Teles – Secult/AL, Cristina Lins – Consultora SPC (MinC)

(Veja a Lista de Presença completa da Oficina aqui)

 

 

VEJA A MATÉRIA COMPLETA NO SITE DO SNIIC NO LINK: http://sniic.cultura.gov.br/2016/02/26/representantes-da-cultura-discutem-glossario/.

 

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